
Hoje o Porongo é um espaço onde o reino vegetal e os fungos são protagonistas. É uma cozinha autoral, que mistura o que eu trago da Amazônia com o que encontro aqui em Santa Catarina, essa mistura eu chamo de culinária cataraense, um jeito novo de cozinhar que conecta territórios e histórias.
Mais do que servir pratos, a gente quer provocar experiências: despertar sentidos, inspirar conversas, fazer as pessoas sentirem. No Porongo, tudo gira em torno dessa ideia, comida boa, música, vinho, arte e encontros.
No fim das contas, o Porongo é sobre isso: cozinhar como forma de expressão e receber como quem abre a própria casa.